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CSP-Conlutas lança campanha “Eu Digo Não” contra os ataques à Educação



Data: 11/09/2018

Nesta quarta e quinta (12 e 13) entidades e movimentos filiados à Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) irão realizar atos públicos e protestos contra os ataques à educação brasileira como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Reforma do Ensino Médio e o Plano Nacional de Educação (PNE). Com a campanha “Eu Digo Não”, a Central está à frente da luta em defesa da Educação pública, gratuita, laica e de qualidade.

A campanha é combinada com as atividades de preparação do III Encontro Nacional da Educação (ENE) que ocorre em 2019 e já está sendo preparado nos Estados. Em outubro, outra ação prevista com a participação e apoio da CSP-Conlutas é a Jornada de Mobilizações com referência no Dia do Professor.

BNCC

No dia 15 de dezembro de 2017, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou o texto da BNCC, documento que orienta os currículos da educação básica e estabelecerá conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da educação infantil e do ensino fundamental. Antes da aprovação foram retiradas menções à “orientação sexual” e “gênero”, e o ensino religioso passa a ser de oferta obrigatória nas escolas brasileiras.

Segundo o texto, o ensino religioso deve ser oferecido nas instituições públicas e privadas, mas como já ocorre e está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a matrícula poderá ser optativa aos alunos do ensino fundamental. Entre as competências para esse ensino estão a convivência com a diversidade de identidades, crenças, pensamentos, convicções, modos de ser e viver.

Em uma anterior encaminha pelo Ministério da Educação (MEC), uma das competências gerais da BNCC era o exercício da empatia e o respeito aos indivíduos, “sem preconceitos de origem, etnia, gênero, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa ou de qualquer outra natureza”. Esse trecho foi modificado, e o texto aprovado hoje fala apenas “sem preconceitos de qualquer natureza”.

O ANDES-SN soma forças a essa luta. O Sindicato Nacional  tem, inclusive, uma cartilha em que expõe os impactos da Reforma do Ensino Médio. Neste ano, o Movimento Nacional em Defesa do Ensino Médio, em conjunto com outros movimentos e entidades, divulgou um manifesto no qual critica a pressão do MEC pela implantação da Reforma do Ensino Médio.

Fonte: ADUA

Com informações da CSP-Conlutas



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