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Nota Pública da ADUA contra a celebração da Tortura, Repressão e Censura



Data: 29/03/2019

Nota Pública da ADUA contra a celebração da Tortura, Repressão e Censura


A Seção Sindical dos Docentes da Ufam (ADUA-SSind.) torna público seu compromisso com a memória e a história nacionais. A memória daqueles cuja militância pela democracia e pela liberdade foi combatida com tortura, bala, repressão e censura. A história de um país cuja democratização foi interditada pela brutalidade fardada, exercida em nome de interesses incivilizados.

A memória e a história de um Brasil vilipendiado pelo golpe patrocinado por civis e executado por militares, em 1964, devem ser narradas para que nunca sejam esquecidas. Devem ser explicadas para que os cidadãos brasileiros não sejam assediados por intenções de comemorar o que cabe denunciar.

É preciso rejeitar a infâmia tornada política.

A recomendação do capitão-presidente da nação de que se celebre o golpe de 1964 é ato que se inscreve como capítulo dos mais ultrajantes da política brasileira. É manifestação de truculência e desrespeito aos que se empenharam antes, durante e depois do golpe pela criação de um país democrático, de uma sociedade livre, de um Povo soberano.

O desejo patológico de comemorar a tortura, a repressão e a censura, merece o que merece todo aquele que cultua a violência e a infâmia como método político, a denúncia pública e a rejeição cidadã.



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