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Paulo Guedes afirma que recuo de deputados pode atrapalhar na Reforma



Data: 25/06/2019

Depois de vários protestos realizados em todo o país, como o 30 de maio e o 14 de junho, à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19, a Contrarreforma da Previdência apresentada pelo governo Bolsonaro, teve sinais de enfraquecimento, devido a pressões corporativas e de servidores do Legislativo, após os parlamentares minimizarem o período de transição dos servidores do texto, além de retirarem os estados e municípios e o dispositivo que permitia a implementação da capitalização da reforma.

De acordo com o ministro da economia, Paulo Guedes, o país precisaria mudar novamente a legislação em cinco ou seis anos. A Câmara também sofreu pressões corporativas. “Eu acho que houve um recuo que pode abortar a nova Previdência. O recuo é que pelo menos pressões corporativas e de servidores do Legislativo forçaram o relator a abrir mão de R$ 30 bilhões”, afirmou Guedes.

Após reunião com o relator da Contrarreforma, deputado Samuel Moreira do Partido Social da Democracia Brasileira (PSDB), o líder da maioria na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro do Partido Progressista (PP) afirmou que a votação pode ocorrer na próxima semana, e para que seja aprovada, o ministro Paulo Guedes espera o valor de R$ 1 trilhão para lançar a capitalização.

Fonte: ADUA-SSind. com informações do Correio Brasiliense



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