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  15/05/2013 - por



O ‘bolsa médico’ da Dona Dilma



Dona Dilma já está em campanha pra reeleição em 2014. Além disso, a pressão lulista para se candidatar novamente à presidência da República também está clara e evidente, porque este indivíduo tem problemas de personalidade caracterizada por manifestações pelo poder, sendo a sua fixação a Presidência da República.

Com os indicadores econômicos demonstrando uma clara desaceralação do crescimento – PIBINHO –, além do aumento da inflação e da quebra da Petrobrás, consequentemente com a elevação dos preços do combustível, estamos vendo uma “bateção” de cabeça entre os assessores de dona Dilma, com destaque para o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central, que não se acertam em relação ao câmbio fixo ou flutuante.

Tomando como modelo populista de seus antecessores manipulando a massa populacional miserável, sequiosa por qualquer coisa, estes criaram forma de ganhar eleição e reeleição, vide plano real, bolsas misérias e outras malandragens.

Dona Dilma, pensando em contrapor as adversidades que está passando em termos de gestão e mais a danosa carga Lulista para que a mesma jogue a toalha e se lance como alternativa de poder petista, está arquitetando a criação de uma nova bolsa miséria que será chamada “bolsa médico”.

Como será essa forma de bolsa? Respondo eu: já no ano de 2012 dois senadores da base aliada do seu governo – Roberto Requião e Vanessa Graziottin – lançaram projetos experimentais no que diz respeito a colocar médicos em locais de difícil acesso com distribuição desses profissionais, principalmente Amazônia e outras regiões do País, importando mão de obra barata, principalmente de Portugal e Espanha, com registros provisórios dos respectivos  Conselhos Regionais de Medicina.

Uma outra investida, também nessa linha de facilidades, é absorver mão de obra médica de militantes do PT, PC do B, PSB e outras siglas partidárias em Cuba e também os oriundos da Bolívia, do Peru, cujo ingresso nos cursos de medicina desses países não é necessário vestibular e ao regressarem ao Brasil sejam abrigados sem a devida revalidação de diploma em nível nacional, sendo colocados nessas regiões acima referidas com qualidade duvidosa.

Fique esperto parente!

*Menabarreto França é professor aposentado da Ufam.



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