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Entidades sindicais da educação e a Coordenação do Plebiscito “Por um Brasil mais Justo” realizarão, na terça-feira (26), a 1ª Plenária Nacional de Mobilização da Educação pelo Plebiscito Popular. A ação faz parte das ações da Semana Nacional de Mobilização da Educação pelo Plebiscito Popular, de 22 a 29 de agosto, e integram a preparação das atividades do Grito dos Excluídos, no dia 7 de setembro.
A plenária será online, às 18h (horário de Brasília), com participação aberta a estudantes e trabalhadoras/es da educação de qualquer nível e de todo o país. Para participar, basta acessar o link https://meet.google.com/fme-vevi-ycc.
“A plenária tem como objetivo tirar dúvidas sobre a organização do plebiscito, cadastramento de urnas, envio de relatórios dos votos e outros aspectos que procuram dinamizar as atividades presenciais do plebiscito e garantir a abertura de urnas e o diálogo, com a população, sobre as pautas do fim da escala 6x1 e da justiça tributária em todas as universidades, institutos federais, Cefets e escolas pelo Brasil”, explicou o 2º tesoureiro do ANDES-SN, Diego Marques.
Curta-metragem
No Dia Nacional de Mobilização da Educação pelo Plebiscito Popular, 27 de agosto quarta-feira, está previsto o lançamento, em Brasília, do curta-metragem “Vida além do trabalho por um Brasil mais justo”, produzido pelo ANDES-SN.
Na sequência da exibição do curta, haverá uma entrevista coletiva com a participação de entidades sindicais da educação, entidades estudantis, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e coordenação do plebiscito. O lançamento e a coletiva terão transmissão pelo canal do YouTube do ANDES-SN e pelas redes sociais do Plebiscito Popular (Instagram e Facebook)..
Plebiscito Popular
Até o dia 7 de setembro, é possível participar do plebiscito e votar online (aqui) ou presencialmente, em urnas espalhadas por todo o país, inclusive na sede da ADUA – Seção Sindical, no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em Manaus.
A proposta do plebiscito é ampliar o debate popular pelo fim da escala de trabalho 6x1, pela redução da jornada sem cortar salários, pela isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e pela taxação maior para rendas acima de R$ 50 mil.
Após o fim da coleta, os votos serão sistematizados e entregues ao presidente da República, aos presidentes da Câmara e do Senado e ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), para pressionar por uma reforma tributária justa e por um Brasil mais igualitário e democrático.
Fonte: com informações do ANDES-SN e edição da ADUA
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