
Foto: Eline Luz/ Imprensa ANDES-SN
Docentes da ADUA e de outras seções sindicais do ANDES-SN participam da I Conferência Internacional Antifascista pela Soberania dos Povos, realizada entre os dias 26 e 29 de março, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre (RS).
O objetivo do encontro é reafirmar a luta pela derrota da extrema-direita, reunindo movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda para debater o combate ao avanço do fascismo, do imperialismo e das opressões.
Representando a ADUA, participam o 1º vice-presidente da entidade, Raimundo Nonato Pereira da Silva, e o professor do INC/Campus da Ufam em Benjamin Constant, Widney Pereira de Lima.

Foto: Eline Luz/ Imprensa ANDES-SN
A abertura ocorreu nesta quinta-feira (26), com o Fórum de Autoridades Antifascistas na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Às 18h, os e as participantes realizaram a Marcha Antifascista Pela Soberania dos Povos, com concentração no Largo Glênio Peres.
Para o professor Widney Pereira de Lima, a experiência tem sido enriquecedora. “Estamos aprendendo muito convivendo com pessoas de países diferentes e somando forças na perspectiva da luta contra o fascismo. Está sendo um momento de muito aprendizado que espero poder levar para as nossas bases”, afirmou.
O professor Raimundo Nonato destacou os pilares da atividade, ressaltando que a conferência foca no combate ao capitalismo, ao fascismo e ao projeto neoliberal. “Nessa jornada, a luta de classes deve ser o compromisso de todos e todas que trabalham por uma sociedade justa e solidária. Nós, da ADUA, assumimos esse compromisso e buscamos consolidar a luta antifascista”, pontuou.
Raimundo Nonato reforçou ainda o papel dos movimentos sociais neste cenário de avanço do neoliberalismo. “As ações contra o fascismo exigem uma resposta imediata. Como comunistas, socialistas e sindicalistas, temos o dever de combater as práticas que consolidam o fascismo, o capitalismo e os projetos neoliberais”.
Durante os quatro dias de evento, a programação inclui plenárias, mesas de debate e oficinas sobre temas como educação, soberania dos povos e opressão racial e de gênero. O objetivo é construir alternativas concretas de solidariedade internacionalista.
A programação segue até domingo (29), com o encerramento marcado pela aprovação da Carta de Porto Alegre, documento que consolidará uma articulação internacionalista em defesa da democracia e da soberania dos povos.
Fonte: ADUA com informações de antifas2026.org, FNDC e Sepe-RJ
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