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  02/12/2021


Rejeição a Jair Bolsonaro chega a 65,3% e bate novo recorde



 

O (des)governo de Jair Bolsonaro segue acumulando recordes de rejeição. Das pessoas consultadas em pesquisa, 65,3% consideram a gestão como “péssima” ou “ruim”, conforme dados do levantamento da consultoria Atlas/Intel, divulgados na segunda-feira (29). Esse é o maior índice desde em 2019, ano de início do mandato, marcado pela falta de gestão da pandemia da covid-19 e por uma série de denúncias de crimes.

 

O índice de popularidade do presidente também nunca foi tão baixo. Somente 19% avaliaram a gestão como “boa” ou “ótima”. Em janeiro de 2019, quando Jair Bolsonaro assumiu o poder, a taxa de aprovação era de 39%. O estudo da consultoria Atlas/Intel consultou 4.921 pessoas pela internet. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, e o índice de confiança da pesquisa é de 95%.

 

Os principais problemas do país, apontado por 59% das pessoas consultadas pelo estudo, são desemprego, inflação, desigualdade social e pobreza foram como. Uma mostra de que brasileiros e brasileiras sentem a deterioração das condições de vida ao longo dos últimos anos, especialmente durante a pandemia.

 

O Brasil tem, hoje, quase 14 milhões de desempregados e desempregadas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e mais de 116,8 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar, conforme levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Pessan).

 

Sobre a questão econômica, 72,3% avaliam o atual cenário como “ruim” e acham que a economia está no caminho errado. Já 46% afirmaram ainda que os preços subiram fora de controle nos últimos seis meses. Esse índice tem relação direta com o percentual de famílias com dívidas em atraso, que chegou a 74,6%, em outubro deste ano, maior patamar em 12 anos, conforme a Pesquisa Nacional e Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

 

Enquanto o povo luta para pagar as contas do mês, o ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, lucra com empresas fora do país (offshore). O objetivo foi confirmado pelo ministro. Na última semana, Guedes teve de dar explicações na Câmara sobre usando sua posição privilegiada de ministro para enriquecer. A oposição protocolou um pedido de nova audiência.

 

A postura negacionista e genocida de Bolsonaro também é culpada diretamente pelo péssimo desempenho econômico brasileiro. A aposta do governo de minimizar as consequências da pandemia provocou uma queda ainda maior nos índices de desenvolvimento, além da grave atitude de expor milhões de brasileiros ao vírus, o que gerou a morte de mais 615 mil pessoas.

 

Outra faceta do (des)governo é o constante envolvimento com escândalos de corrupção, que vão desde vacinas contra covid superfaturadas até os esquemas de “rachadinhas” (peculato) dos filhos do presidente. Esse cenário também refletiu na pesquisa, que apontou que 59,2% afirmaram acreditar que a corrupção está aumentando.

 

Foto: CSP-Conlutas

 

Fontes: CSP-Conlutas, ANDES-SN, IBGE e Rede Pessan



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